Endocrinologia • Metabologia

CRM 206441​

Dra. Mariana Ataíde

Com atuação em São Paulo, oferece um atendimento particular baseado na medicina atualizada, acolhedora e voltada para o cuidado individualizado de cada paciente.

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Endocrinologista em São Paulo

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Está em busca de uma médica Endocrinologista?

A Dra. Mariana Ataíde é médica endocrinologista que alia formação de excelência com empatia e escuta ativa.

Formação da Dra. Mariana Ataíde

É médica endocrinologista com profundo interesse pelo funcionamento do corpo humano, pela fisiologia e complexidade do sistema hormonal.

Se você está buscando uma médica endocrinologista comprometida, empática e com sólida formação, a Dra. Mariana Ataíde irá te acompanhar com excelência e responsabilidade.

Como a Dra. Mariana Ataíde pode ajudar

Tratamentos

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Diabetes

Se você foi diagnosticado com Diabetes ou apresenta sintomas que levantem suspeitas, agende uma consulta.

02
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Doenças da adrenal

As doenças da adrenal afetam glândulas pequenas, mas extremamente importantes para o funcionamento do corpo humano.

03
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Doenças da hipófise

A glândula hipófise, também chamada de pituitária, é uma das principais responsáveis pelo controle hormonal.

04
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Doenças ósseas

Podem causar dor, fragilidade óssea, limitações de mobilidade e risco aumentado de fraturas, especialmente em situações cotidianas.

05
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Doenças da tireoide

As doenças da tireoide estão entre os distúrbios hormonais mais comuns na população.

06
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Hipoglicemia

Caracterizada pela queda anormal dos níveis de glicose no sangue, é uma condição que pode provocar desde sintomas leves até quadros graves.

07
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Obesidade e emagrecimento

A Dra. Mariana Ataíde é especializada no tratamento da obesidade, oferece um cuidado personalizado para alcançar e manter o peso saudável de forma eficaz e sustentável.

08
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Ovários policísticos

É uma condição hormonal que afeta mulheres em idade fértil, caracterizada por um desequilíbrio nos hormônios sexuais.

09
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Reposição hormonal

A terapia de reposição hormonal visa corrigir desequilíbrios hormonais que ocorrem em diferentes fases da vida.

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A Dra. Mariana Ataíde realiza atendimento particular em São Paulo. Os pacientes encontram um ambiente acolhedor e profissional.

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Artigos mais recentes

Plano de emagrecimento saudável com shake proteico, maçã e peso de academia sem necessidade de caneta para emagrecer

Quero perder 5 kg para um evento. Preciso usar caneta para emagrecer?

A caneta para emagrecer virou tendência, mas será que ela é necessária para quem quer perder apenas 5 kg antes de um evento? Muita gente me pergunta: tenho um casamento ou viagem e quero perder 5 kg, preciso usar caneta para emagrecer? A resposta médica é direta: não é assim que se decide. Medicamentos injetáveis como semaglutida e tirzepatida, as chamadas “canetas” não são ferramentas estéticas para perder alguns quilos antes de um compromisso social. Eles são medicamentos com indicação específica para tratamento de obesidade clínica, dentro de critérios médicos claros. O que as diretrizes mundiais dizem? A World Health Organization (OMS) publicou um conjunto de diretrizes sobre o uso de agonistas de GLP-1 (classe de medicamentos que inclui semaglutida, tirzepatida e outros). Nessa recomendação, eles são sugeridos como parte do tratamento de longo prazo para adultos com obesidade, ou seja: • Para pessoas com IMC ≥ 30 kg/m² • E em situações em que há necessidade de cuidado clínico contínuo A OMS enfatiza que esses medicamentos sozinhos não resolvem a obesidade e que precisam ser usados junto com mudanças no estilo de vida (como dieta, exercício e acompanhamento médico). A diretriz é condicional, pois ainda há dúvidas sobre efeitos a longo prazo, custo, segurança e como o tratamento deve ser mantido ou suspenso. A caneta sozinha não é solução Segundo essas diretrizes, mesmo quando indicada, a medicação deve ser parte de um plano abrangente, incluindo: • orientação dietética estruturada • atividade física regular • suporte comportamental • acompanhamento médico contínuo Ou seja, não existe medicamento mágico que substitua estratégia clínica. É possível perder 5 kg sem caneta para emagrecer? Para quem tem sobrepeso leve ou quer “perder alguns quilos para um evento”, muitas vezes não há indicação de usar medicamentos injetáveis. Nesse cenário, a perda de peso com: • alimentação adequada • ajuste de hormônios (quando necessário) • melhora do sono • controle do estresse • exercício físico • acompanhamento médico pode ser suficiente e sustentável, sem necessidade de medicação. A obesidade, inclusive, é considerada uma doença crônica complexa e recidivante, que exige tratamento individualizado e multifatorial, não apenas redução de peso rápido. Em resumo: o que você deve saber ✔️ Medicamentos como semaglutide (Ozempic) e tirzepatida (Mojaro) não são indicação automática para quem quer perder 5 kg apenas por estética. ✔️ As diretrizes da OMS indicam esses medicamentos para adultos com obesidade clínica, como parte de um plano abrangente. ✔️ O uso seguro e eficaz desses tratamentos exige avaliação médica especializada, considerando saúde metabólica, histórico clínico e metas reais. ✔️ Perder alguns quilos para um evento é, na maioria dos casos, mais bem tratado com estratégias clínicas e de estilo de vida, antes de pensar em medicação. Conclusão Se você deseja perder 5 kg para um evento, a pergunta não é “vou usar caneta?”, mas sim: “O meu caso apresenta indicação clínica para tratamento medicamentoso?” A resposta só pode vir a partir de uma avaliação médica completa, feita por um endocrinologista, que considera seu metabolismo, história de peso, exames e riscos individuais. Emagrecimento responsável e sustentável não é sobre atalhos; é sobre cuidado, ciência e estratégia. Marque uma consulta comigo para uma atendimento personalizado: Teleconsulta com endocrinologista | Dra. Mariana Ataíde

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tirzepatida mounjaro comparacao com retatrutida e peptideos

Análise médica prática: o que realmente está por trás da retatrutida, tirzepatida (Mounjaro) e dos “peptídeos”

Por Dra. Mariana Ataide – Endocrinologista “Quando um tema começa a aparecer em toda clínica de bairro, em vídeos no TikTok e em grupos de WhatsApp, é sinal de que precisamos trazer ciência para a conversa.” A tirzepatida mounjaro se tornou um dos medicamentos mais comentados atualmente para emagrecimento e controle metabólico — mas junto com a popularidade, também surgiram dúvidas, exageros e muita desinformação nas redes sociais. Nos últimos anos, os medicamentos injetáveis para emagrecimento deixaram de ser um assunto restrito aos consultórios e passaram a fazer parte do cotidiano de muitos pacientes. Mas existe um ponto importante: nem tudo o que se fala sobre esses tratamentos representa o que a ciência realmente comprova. A seguir, eu explico, de forma prática e com olhar médico, o que cada uma dessas opções faz no corpo — e o que você precisa saber antes de se expor a riscos desnecessários. Tirzepatida (Mounjaro): o que acontece no corpo de quem usa A tirzepatida, conhecida comercialmente como Mounjaro, é hoje uma das terapias mais estudadas e eficazes para obesidade e diabetes tipo 2. Como ela age na prática A tirzepatida atua em diferentes mecanismos, o que ajuda a explicar seus resultados: O que os estudos mostram Os dados científicos disponíveis apontam: Na prática clínica Quando bem indicada e acompanhada, a tirzepatida promove emagrecimento consistente sem efeito catabólico severo, especialmente quando associada a: Com acompanhamento adequado, a tirzepatida mounjaro pode ser uma ferramenta segura e extremamente eficaz dentro de um plano médico individualizado. O que a paciente precisa saber A tirzepatida não é milagre, não substitui hábitos e não deve ser usada sem acompanhamento médico, inclusive nos casos em que é adquirida de forma irregular. Retatrutida: como se compara à tirzepatida (Mounjaro) A retatrutida é uma molécula ainda experimental, mas que chamou muita atenção da comunidade científica. O diferencial técnico Ela atua em três receptores hormonais: Essa combinação sugere efeitos como: O que os estudos iniciais mostram Os dados preliminares são promissores: O que ainda não sabemos Mesmo com números impressionantes, ainda existem pontos importantes sem resposta: Na prática A retatrutida parece “mais potente” do que a tirzepatida em números, mas ainda não é um medicamento aprovado. Hoje, ela não deve ser utilizada fora de estudos clínicos. Peptídeos: por que não são alternativa à tirzepatida (Mounjaro) Aqui está um dos pontos mais importantes — e também o mais mal compreendido. O que são os “peptídeos” citados para emagrecimento Nos EUA, clínicas não médicas vêm utilizando substâncias como: Muitos deles não são medicamentos, mas substâncias de pesquisa (os chamados research peptides). O que as pessoas dizem que os peptídeos fazem Nos relatos populares, os peptídeos seriam capazes de: O que a ciência realmente mostra O problema é que, até agora: No Brasil No Brasil, esses produtos: (se quiser, aqui você pode adicionar um link externo para a Anvisa ou uma página de consulta de medicamentos) Na prática clínica O que muitas pacientes estão usando não é equivalente a tirzepatida, semaglutida ou retatrutida. Na maioria dos casos, são substâncias sem validação, aplicadas sem critérios e, muitas vezes, em ambientes sem suporte médico adequado. Conclusão médica: o que realmente importa “Como endocrinologista, meu papel não é seguir modas. É proteger a saúde do paciente.” Hoje, a realidade é clara: A paciente precisa entender:se algo parece bom demais, barato demais ou fácil demais, geralmente não passou pelo rigor científico necessário. Tratamento de obesidade é processo, não atalho.Tratamento hormonal, emagrecimento e saúde metabólica não são experimentos. Se você está considerando tirzepatida mounjaro, o mais importante é fazer isso com indicação correta, estratégia e acompanhamento médico. Se você quer sair do achismo e entrar em um plano seguro, estruturado e individualizado, agende sua consulta comigo. Agende sua consulta com a Dra. Mariana Ataide

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Caneta para emagrecer causa efeito colateral? O que é normal e o que não é.

O uso da caneta para emagrecer tem aumentado muito nos últimos anos, principalmente entre pessoas que lutam contra a obesidade e dificuldades para perder peso mesmo com dieta e atividade física.Mas junto com a popularidade, surgem dúvidas importantes: caneta para emagrecer causa efeito colateral? O que é esperado no início do tratamento? E quando é sinal de alerta? O que é a caneta para emagrecer?  As chamadas “canetas para emagrecer” são medicamentos injetáveis usados no tratamento da obesidade e de alterações metabólicas, como a resistência à insulina e o diabetes tipo 2. Alguns exemplos mais comuns são: Liraglutida, Semaglutida e Tirzepatida Elas atuam principalmente: Importante: não são medicamentos estéticos, e sim tratamentos médicos que devem ser indicados após avaliação individual. Efeitos colaterais mais comuns (o que é normal)  Alguns efeitos colaterais podem aparecer, principalmente no início do tratamento ou durante o ajuste da dose. Na maioria dos casos, são leves e transitórios. Os efeitos mais comuns incluem: Esses sintomas costumam melhorar após algumas semanas, quando o organismo se adapta ao medicamento. Por isso, a introdução da caneta geralmente é feita de forma gradual, respeitando o tempo de adaptação do paciente. Efeitos colaterais que NÃO são normais  Apesar de raros, alguns sinais não devem ser ignorados e precisam de avaliação médica imediata. Procure um endocrinologista sempre, principalmente se tiver: Usar a caneta sem acompanhamento pode mascarar problemas ou gerar riscos desnecessários. Todo mundo pode usar caneta para emagrecer?  Não. Esse é um ponto muito importante. A caneta não é indicada para todas as pessoas. Antes de iniciar o tratamento, o endocrinologista avalia: O que funciona bem para uma pessoa pode não ser seguro ou eficaz para outra. A caneta sozinha resolve o problema do peso?  Não. A caneta é uma ferramenta, não uma solução isolada. Os melhores resultados acontecem quando o tratamento é associado a: O objetivo não é apenas perder peso, mas tratar a obesidade de forma segura e duradoura. A importância do acompanhamento com endocrinologista  O médico endocrinologista é o profissional capacitado para: Cada organismo responde de um jeito. O tratamento precisa ser personalizado, humano e responsável. A caneta para emagrecer pode causar efeitos colaterais, especialmente no início do tratamento, e muitos deles são esperados e temporários.Por outro lado, sintomas intensos ou persistentes não são normais e exigem avaliação médica. Se você pensa em iniciar esse tratamento ou já faz uso e tem dúvidas, o mais importante é não se automedicar e procurar orientação especializada. O emagrecimento saudável começa com informação e acompanhamento adequado. Agende agora uma consulta com a Dra. Mariana Ataide

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Tumores hipofisários não funcionantes: quando suspeitar e como é feito o tratamento

Os tumores hipofisários não funcionantes são adenomas que não produzem hormônios em excesso. Contudo, podem causar sintomas importantes à medida que crescem e comprimem estruturas próximas.  Apesar de muitas vezes serem descobertos de forma incidental, é fundamental reconhecer os sinais de alerta, como alterações visuais, cefaleia persistente e sintomas de deficiência hormonal.  O diagnóstico precoce permite definir a melhor abordagem, que pode variar desde acompanhamento clínico até intervenção cirúrgica e tratamento hormonal substitutivo.  Entenda melhor neste artigo! O que são tumores hipofisários não funcionantes e como eles se diferenciam dos tumores funcionantes da hipófise? Os tumores hipofisários não funcionantes são formações benignas que se desenvolvem na glândula hipófise, localizada na base do cérebro. Porém, diferentemente dos tumores funcionantes, não produzem hormônios em excesso.  De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), esses tumores correspondem a uma parte significativa dos adenomas hipofisários. Eles costumam ser descobertos de forma incidental, durante exames de imagem realizados por outros motivos, ou quando crescem o suficiente para causar sintomas compressivos.  Assim, enquanto os tumores funcionantes provocam sintomas decorrentes da produção exagerada de hormônios, como no caso da doença de Cushing (excesso de ACTH), os não funcionantes geralmente se manifestam por sintomas relacionados à compressão de estruturas próximas. Para saber mais sobre as doenças da hipófise, confira esse guia em nosso site! Esses tumores afetam a produção hormonal da hipófise, mesmo sem secretarem hormônios ativos?  Sim, embora os tumores hipofisários não funcionantes não produzam hormônios em excesso, eles podem afetar a produção hormonal normal da hipófise.  Isso ocorre porque, à medida que o tumor cresce, ele comprime as células hipofisárias saudáveis, interferindo na secreção adequada de hormônios essenciais para o funcionamento do corpo.  Essa condição, chamada hipopituitarismo, pode causar deficiência de hormônios como o cortisol, o hormônio do crescimento (GH), os hormônios sexuais (LH e FSH), o TSH e a prolactina.  Como consequência, o paciente pode apresentar sintomas como fadiga, perda de libido, alterações menstruais, ganho de peso, queda de cabelo e até infertilidade.  Quais sintomas podem surgir à medida que o tumor cresce e comprime estruturas próximas? À medida que o tumor hipofisário não funcionante cresce, podemos observar os seguintes sintomas: Quais são as principais causas e fatores de risco para o desenvolvimento desses tumores? Os tumores hipofisários não funcionantes geralmente se desenvolvem por alterações genéticas que afetam o crescimento das células da hipófise.  Dessa forma, as causas e fatores de risco mais conhecidos incluem: Como realizamos o diagnóstico dessa condição? Como esses tumores não produzem hormônios em excesso, o diagnóstico muitas vezes ocorre de forma incidental, durante uma ressonância magnética solicitada por outros motivos.  Porém, quando há suspeita clínica, podemos solicitar exames laboratoriais para avaliar o funcionamento da hipófise. Assim, verificamos se há redução na produção de hormônios como o cortisol, o hormônio do crescimento (GH), o TSH, a prolactina, o LH e o FSH.  Também podemos utilizar a ressonância magnética da sela túrcica para visualizar o tamanho, a localização e as possíveis compressões causadas pelo tumor.  Quais são as opções de tratamento disponíveis e quando há indicação cirúrgica? Quando o tumor é pequeno e não provoca sintomas nem alterações hormonais, o acompanhamento clínico com exames de imagem periódicos pode ser suficiente.  Entretanto, quando há compressão do nervo óptico, perda de visão, cefaleia persistente ou sinais de hipopituitarismo, podemos indicar a cirurgia transesfenoidal. Esse é um procedimento minimamente invasivo realizado por via nasal capaz de remover total ou parcialmente o tumor e aliviar a pressão sobre as estruturas afetadas.  Já em casos em que não é possível a remoção completa, podemos associar radioterapia para controlar o crescimento residual.  Por fim, indicamos o tratamento hormonal substitutivo quando há deficiência na produção de hormônios hipofisários.  Quais possíveis complicações podem ocorrer se o tumor não for tratado adequadamente? Quando os tumores hipofisários não funcionantes não são diagnosticados ou tratados adequadamente, podem ocorrer complicações importantes. Uma das consequências mais comuns é a perda gradual da visão, causada pela compressão do quiasma óptico.  Além disso, o tumor pode comprometer o funcionamento normal da hipófise, levando ao hipopituitarismo, condição em que há redução ou ausência da produção de hormônios essenciais, como o cortisol, hormônios sexuais e o hormônio do crescimento.  Outros sintomas, como cefaleia intensa, fadiga, alterações metabólicas e infertilidade, também podem surgir com o tempo.  Em casos mais graves, a compressão de estruturas cerebrais pode gerar danos irreversíveis se não houver intervenção precoce.  Por isso, o diagnóstico e o acompanhamento especializado são fundamentais para evitar complicações e preservar a qualidade de vida.  Assim sendo, se você apresenta sintomas ou alterações hormonais suspeitas, agende uma consulta com a endocrinologista para uma avaliação completa!

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Câncer de tireoide tem cura? Entenda o diagnóstico e tratamento

O câncer de tireoide tem se tornado cada vez mais reconhecido devido ao avanço dos métodos diagnósticos e à maior atenção dada à saúde hormonal.  Embora o diagnóstico possa causar preocupação, trata-se de um tipo de câncer que, na maioria dos casos, apresenta altas taxas de cura e boa resposta ao tratamento.  Essa condição ocorre quando as células da glândula tireoide sofrem alterações e passam a se multiplicar de forma descontrolada, podendo formar nódulos ou se espalhar para outras regiões do corpo.  Por isso, identificar precocemente essas alterações e contar com o acompanhamento da endocrinologista é fundamental para garantir o tratamento mais adequado e alcançar os melhores resultados. O que é o câncer de tireoide e como ele se desenvolve? O câncer de tireoide é um tipo de tumor que se forma nas células da glândula tireoide, localizada na parte anterior do pescoço. Essa glândula é responsável pela produção de hormônios que regulam o metabolismo, o crescimento e o equilíbrio energético do corpo.  De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o desenvolvimento desse tipo de câncer ocorre quando há uma multiplicação anormal e descontrolada das células da tireoide, o que pode levar à formação de nódulos ou massas na região.  Embora ainda não se conheçam todas as causas exatas, fatores genéticos, exposição à radiação e algumas alterações hormonais podem aumentar o risco da doença. Quais são os principais tipos de câncer de tireoide e como eles se diferenciam? Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), o câncer de tireoide pode ser classificado em diferentes tipos, de acordo com as células afetadas e o comportamento do tumor.  Entenda melhor abaixo: Carcinoma papilífero É o tipo mais comum, representando cerca de 80% dos casos.  Costuma crescer lentamente e tem excelente prognóstico quando diagnosticado precocemente.  Pode se espalhar para os linfonodos do pescoço, mas, mesmo nesses casos, o tratamento geralmente é eficaz. Carcinoma folicular Representa aproximadamente 10% dos casos e é mais frequente em pessoas de meia-idade.  Costuma se espalhar por via sanguínea para órgãos como pulmões e ossos, mas também apresenta bom índice de cura quando tratado adequadamente. Carcinoma medular Corresponde a cerca de 3% a 5% dos casos e se origina nas células C da tireoide, responsáveis pela produção de calcitonina.  Pode ocorrer de forma esporádica ou estar associado a síndromes genéticas familiares, como a neoplasia endócrina múltipla tipo 2 (MEN2). Carcinoma anaplásico É o tipo mais raro e agressivo, representando menos de 2% dos casos.  Afeta geralmente pessoas idosas e cresce rapidamente, podendo comprometer estruturas vizinhas do pescoço e dificultar o tratamento. Como realizamos o diagnóstico dessa condição e quais exames costumam ser solicitados? O processo de diagnóstico começa com o exame físico do pescoço, em que avaliamos a presença de nódulos ou aumento da tireoide.  Em seguida, solicitamos o exame de ultrassonografia cervical para analisar as características do nódulo, como tamanho, forma, bordas e presença de microcalcificações, fatores que ajudam a estimar o risco de malignidade. Quando o nódulo apresenta características suspeitas, indicamos também a punção aspirativa por agulha fina (PAAF).  A análise das células obtidas permite identificar se o nódulo é benigno, maligno ou indeterminado.  Além disso, podemos realizar exames laboratoriais para avaliar a função da tireoide, como dosagens de TSH, T3 e T4, além de dosagem de tireoglobulina e, em alguns casos, calcitonina, especialmente quando há suspeita de carcinoma medular. Por fim, em situações mais complexas, a ressonância magnética ou a tomografia computadorizada podem complementar a investigação, principalmente para avaliar a extensão da doença ou possíveis metástases.  Quais são as opções de tratamento mais utilizadas atualmente? O tratamento do câncer de tireoide depende do tipo histológico, do tamanho do tumor e da extensão da doença. A cirurgia é a principal forma de tratamento para a maioria dos casos, especialmente os carcinomas diferenciados (papilífero e folicular).  O procedimento mais comum é a tireoidectomia, quando fazemos a retirada total ou parcial da glândula tireoide.  Em tumores pequenos e bem localizados, podemos indicar apenas a hemitireoidectomia, ou seja, a remoção de um dos lobos da tireoide. Após a cirurgia, muitos pacientes necessitam de terapia com iodo radioativo (I-131). Nosso objetivo é eliminar possíveis células tireoidianas remanescentes e reduzir o risco de recidiva.  Também podemos complementar o tratamento com o uso de hormônio tireoidiano (levotiroxina) em doses ajustadas para manter os níveis de TSH suprimidos. Isso ajuda a prevenir o crescimento de novas células cancerígenas.  Já em casos de tumores mais agressivos, como o carcinoma medular ou o anaplásico, podem ser necessárias terapias-alvo ou quimioterapia. O câncer de tireoide tem cura? Quais fatores influenciam o prognóstico da doença? Sim, o câncer de tireoide tem cura na maioria dos casos, especialmente quando diagnosticamos precocemente e tratamos de forma adequada.  O prognóstico é geralmente excelente para os tipos mais comuns, como o carcinoma papilífero e o folicular, que apresentam altas taxas de sobrevida, superiores a 90% após o tratamento.  Esses tumores costumam crescer lentamente e responder bem à cirurgia e ao acompanhamento clínico. Além disso, pacientes mais jovens e com tumores menores tendem a ter melhor evolução.  Contudo, nos casos mais raros e agressivos, o tratamento pode ser mais desafiador e exigir uma abordagem multidisciplinar intensiva. Portanto, diante de qualquer alteração na tireoide, como a presença de nódulos, variações hormonais ou sintomas persistentes, é essencial buscar avaliação médica especializada.  O acompanhamento com a endocrinologista permite identificar possíveis alterações, definir o melhor tratamento e garantir um acompanhamento individualizado durante todas as etapas do cuidado.  Em caso de dúvida, agende sua consulta com a Dra. Mariana Ataíde. Cuide da sua saúde hormonal com atenção especializada!

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 Quando o inibidor de apetite pode ajudar no emagrecimento?

O uso de inibidor de apetite pode ser um ótimo recurso no processo de emagrecimento, especialmente quando mudanças de hábitos alimentares e prática regular de exercícios físicos não são suficientes para promover perda de peso. Esses medicamentos atuam no sistema nervoso central, reduzindo a sensação de fome e facilitando o controle da ingestão calórica. Entretanto, seu uso deve ser sempre individualizado, prescrito pela endocrinologista e acompanhado de perto, garantindo segurança, eficácia e resultados sustentáveis. Além disso, o acompanhamento contínuo permite ajustar a dose, monitorar efeitos colaterais e integrar o tratamento a um plano completo de mudanças de estilo de vida. O que é o inibidor de apetite e como eles atuam no organismo? Os inibidores de apetite são medicamentos utilizados como coadjuvantes no tratamento da obesidade. Costumamos indica-los nos casos em que mudanças de hábitos alimentares e atividade física não são suficientes para promover perda de peso significativa. Esses medicamentos atuam principalmente no sistema nervoso central, modulando neurotransmissores responsáveis pela sensação de fome e saciedade, como a serotonina, a noradrenalina e a dopamina. Assim, ao reduzir a sensação de fome, os inibidores de apetite ajudam o paciente a consumir menos calorias ao longo do dia, facilitando a adesão a dietas balanceadas e ao plano de reeducação alimentar. Quais são os principais benefícios esperados com o uso de inibidores de apetite no emagrecimento? O uso de inibidores de apetite, quando prescrito de forma individualizada pela endocrinologista, pode trazer diversos benefícios no processo de emagrecimento. O principal efeito esperado é a redução da sensação de fome, o que facilita a adesão a dietas hipocalóricas e promove um consumo calórico menor ao longo do dia. Com isso, os pacientes conseguem atingir uma perda de peso mais consistente e sustentável. Porém, é necessário associarmos o medicamento a mudanças no estilo de vida, como alimentação equilibrada e prática regular de atividades físicas. Além da redução de peso, esses medicamentos podem melhorar parâmetros metabólicos, como glicemia e perfil lipídico. Isso contribui para a prevenção e controle de comorbidades associadas à obesidade, como diabetes tipo 2, hipertensão e dislipidemia. Em quais situações podemos indicar o uso de inibidores de apetite para auxiliar na perda de peso? Podemos considerar o uso de inibidores de apetite em situações específicas, sempre como parte de um tratamento individualizado. As principais situações incluem: Quais cuidados e precauções observar durante o uso desses medicamentos? Durante o uso de inibidores de apetite, é fundamental observar cuidados e precauções para garantir segurança e eficácia. Confira abaixo as medidas necessárias: Quanto tempo em média o uso do inibidor de apetite é recomendado e como decidir sobre a continuidade do tratamento?  O tempo de uso de um inibidor de apetite varia de acordo com a resposta individual do paciente, os objetivos de emagrecimento e a avaliação contínua. Não definimos o tratamento por tempo fixo. Geralmente, iniciamos com uma fase de curto a médio prazo, com monitoramento frequente para avaliar eficácia, perda de peso e ocorrência de efeitos adversos. A decisão sobre a continuidade depende de vários fatores. Isso inclui a manutenção da perda de peso alcançada, a adesão a mudanças de hábitos alimentares e de atividade física, o controle de comorbidades e a tolerabilidade do paciente ao medicamento. O acompanhamento regular permite que a endocrinologista ajuste a dose, interrompa o uso quando não houver mais benefício ou indique estratégias adicionais para manter resultados a longo prazo. Qual é a importância do acompanhamento contínuo com a endocrinologista durante o tratamento com inibidores de apetite? O acompanhamento contínuo com a endocrinologista é fundamental durante o tratamento, pois garante que o uso do medicamento seja seguro e personalizado. Dessa forma, podemos avaliar fatores como histórico clínico, presença de comorbidades, pressão arterial, função cardíaca e possíveis interações medicamentosas antes de prescrever a medicação. Durante o tratamento também monitoramos a resposta individual, ajustamos doses quando necessário e acompanhamos possíveis efeitos adversos, prevenindo complicações. Além disso, orientamos sobre a integração do medicamento com mudanças de hábitos alimentares, prática de atividade física e estratégias de reeducação alimentar, garantindo que a perda de peso seja saudável. Assim, para obter um acompanhamento individualizado, agende sua consulta com a Dra. Mariana Ataíde agora mesmo, Ela poderá avaliar seu caso, indicar o melhor plano de tratamento e acompanhar seus resultados de forma contínua.

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