Tratamento para Emagrecimento com Endocrinologista em São Paulo

Se você tem dificuldade para emagrecer mesmo fazendo dieta e exercícios, pode haver um fator hormonal envolvido.

O acompanhamento com endocrinologista em São Paulo permite identificar a causa e definir um tratamento eficaz e personalizado.

Você está em busca de informações sobre obesidade e emagrecimento?

A obesidade desponta como um dos maiores desafios de saúde pública da atualidade.

De acordo com o Atlas Mundial da Obesidade 2025, no Brasil, cerca de 31 % da população já vive com obesidade.

Além disso, projeções indicam que essa proporção deve aumentar nos próximos cinco anos.

Caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, a obesidade não só impacta a autoestima, mas também está associada a uma série de complicações de saúde, como doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, hipertensão e até câncer.

O emagrecimento saudável, por sua vez, envolve muito mais do que dietas restritivas ou práticas de exercícios temporárias. Se você já tentou emagrecer e sente que seu corpo não responde, você não está sozinho — e pode ter solução.

A Dra. Mariana Ataíde, endocrinologista em São Paulo especializada no tratamento da obesidade, oferece um cuidado personalizado para ajudar seus pacientes a alcançar e manter o peso saudável de forma eficaz e sustentável.

Obesidade e emagrecimento: tratamento a longo prazo

O tratamento da obesidade exige um plano estratégico e a consideração de diversos fatores, que vão desde a genética até os hábitos alimentares e a rotina de atividades físicas.

Isso significa que, ao iniciar o tratamento, devemos realizar uma avaliação detalhada de fatores como histórico médico, fatores genéticos, alterações hormonais, e padrões de alimentação e exercício.

A endocrinologia tem uma importância fundamental no tratamento da obesidade, uma vez que muitas vezes as causas do excesso de peso não são apenas comportamentais, mas também hormonais.

Questões como a resistência à insulina, disfunções na tireoide, síndrome dos ovários policísticos e distúrbios hormonais da hipófise, por exemplo, podem estar diretamente ligadas à dificuldade de emagrecer e ao aumento de peso.

Emagrecer de forma saudável é fundamental para garantir não apenas a perda de peso, mas também a manutenção dos resultados a longo prazo. 

Ao adotar hábitos equilibrados, como alimentação adequada, prática regular de atividades físicas, cuidados com a saúde hormonal e também emocional, o organismo se adapta de maneira sustentável, reduzindo o risco de reganho de peso.

Quando procurar ajuda para emagrecimento?

Você pode se beneficiar de uma avaliação endocrinológica se apresenta:

• dificuldade para emagrecer  

• ganho de peso frequente  

• cansaço constante  

• alterações hormonais  

• resistência à insulina  

Cada organismo responde de forma diferente, e entender a causa é essencial para um tratamento eficaz.

Evitando reganho de peso: estratégias de longo prazo

Evitar oscilações frequentes na balança é essencial, pois o chamado “efeito sanfona” pode trazer prejuízos significativos à saúde, aumentando o risco de doenças cardiovasculares, resistência à insulina, desequilíbrios hormonais e outros problemas metabólicos. 

Por isso, buscar um processo de emagrecimento orientado por profissionais é o caminho mais seguro para alcançar e manter uma vida mais saudável e equilibrada.

Muitas pessoas conseguem perder peso temporariamente, mas acabam recuperando os quilos perdidos após um período de tempo.

Assim, para evitar o reganho de peso, é fundamental adotar um tratamento que não se limita apenas à perda de peso, mas sim à transformação do estilo de vida do paciente de forma permanente.

O acompanhamento médico frequente é fundamental para nortear todo o processo. Através desse contato, é possível monitorar tanto o peso do paciente quanto os indicadores de saúde.

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Melhora metabólica: como o emagrecimento impacta a saúde global

A melhora metabólica associada ao emagrecimento é um dos fatores mais importantes para a saúde global, com impactos que vão além da redução de peso.

Estudos demonstram que a perda de peso moderada, mesmo que em torno de 5% a 10% do peso corporal, já é capaz de promover benefícios substanciais.

Além disso, a redução de gordura corporal está diretamente ligada à diminuição da resistência à insulina.

O emagrecimento também está associado a melhorias nos níveis de colesterol e triglicerídeos, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares.

Outro aspecto relevante é a regulação hormonal.

A leptina, hormônio produzido pelo tecido adiposo que regula a saciedade, tem sua sensibilidade restaurada com o emagrecimento, enquanto a grelina, responsável pela fome, tende a se equilibrar.

Pacientes pós-bariátrica: acompanhamento especializado

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Pacientes submetidos à cirurgia bariátrica precisam de um acompanhamento endocrinológico especializado.

Apesar dos benefícios no controle de peso e na remissão de condições como diabetes tipo 2 e hipertensão, a cirurgia não é uma solução isolada, e o sucesso a longo prazo depende de um monitoramento contínuo.

A endocrinologista atua ajustando estratégias nutricionais, avaliando possíveis deficiências de vitaminas e monitorando distúrbios metabólicos que podem persistir ou surgir após a cirurgia.

Além disso, a adaptação hormonal é essencial: a queda nos níveis de grelina (hormônio da fome) e a alteração na secreção de peptídeos intestinais, como GLP-1, exigem avaliação para otimizar a saciedade e o controle glicêmico.

Outro aspecto crítico é o rastreamento de complicações endócrinas e alterações na função tireoidiana.

Conte com a Dra. Mariana Ataíde

Se você está em busca de emagrecimento saudável, sustentável e eficaz, conte com a Dra. Mariana Ataíde para guiá-lo em sua jornada.

Com uma abordagem personalizada, oferece o tratamento ideal para que você perca peso de forma saudável e mantenha os resultados a longo prazo.

Agende uma consulta e descubra como melhorar sua saúde, adotar um estilo de vida equilibrado e alcançar o emagrecimento que você merece!

Dra. Mariana Ataíde

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Peptídeos para emagrecimento e saúde metabólica, incluindo semaglutida, tirzepatida e retatrutida.

Peptídeos: o que são, como funcionam e o que realmente sabemos sobre eles na medicina moderna

Nos últimos anos, os peptídeos passaram a ocupar um espaço importante dentro da endocrinologia e da medicina metabólica. Muito além de uma tendência ligada ao emagrecimento, essas moléculas vêm transformando a forma como entendemos doenças como obesidade, diabetes tipo 2, resistência insulínica e risco cardiovascular. Ao mesmo tempo, a popularização do tema nas redes sociais trouxe uma enxurrada de informações superficiais, promessas exageradas e até riscos relacionados ao uso inadequado dessas substâncias. Mas afinal: o que são os peptídeos? Eles realmente funcionam? Quais já possuem aprovação internacional? E por que órgãos como FDA e Anvisa vêm aumentando a atenção regulatória sobre essas medicações? O que são peptídeos? Peptídeos são pequenas cadeias de aminoácidos que atuam como mensageiros biológicos no organismo. Eles participam de processos fundamentais relacionados ao metabolismo, controle hormonal, saciedade, inflamação e equilíbrio energético. Na prática, muitos medicamentos modernos utilizam peptídeos para reproduzir mecanismos naturais do corpo humano, especialmente aqueles envolvidos no controle glicêmico e da fome. Apesar do tema ter ganhado notoriedade recentemente, os peptídeos terapêuticos já vêm sendo estudados há décadas e hoje representam uma das áreas mais promissoras da medicina moderna. Os peptídeos já aprovados pelo FDA Os exemplos mais conhecidos atualmente são os agonistas de GLP-1, inicialmente desenvolvidos para tratamento do diabetes tipo 2 e que posteriormente demonstraram resultados muito relevantes no tratamento da obesidade. Semaglutida A semaglutida está presente em medicamentos como Ozempic®, Wegovy® e Rybelsus®. Ela atua aumentando a sensação de saciedade, retardando o esvaziamento gástrico e auxiliando no controle glicêmico. Além da perda de peso, estudos recentes também demonstraram benefícios cardiovasculares importantes. Em 2024, o FDA aprovou oficialmente o Wegovy® para redução do risco cardiovascular em pacientes com obesidade e doença cardiovascular estabelecida, um marco importante para a endocrinologia moderna. Hoje sabemos que obesidade não é apenas uma questão estética ou comportamental. Trata-se de uma doença crônica, multifatorial e hormonal, associada a inflamação sistêmica e aumento do risco cardiovascular. Tirzepatida A tirzepatida, presente no Mounjaro® e Zepbound®, representa uma nova geração de terapias metabólicas. Diferente da semaglutida, ela atua simultaneamente em dois receptores hormonais importantes: GLP-1 e GIP. Essa combinação vem demonstrando resultados bastante expressivos tanto em perda de peso quanto em melhora metabólica. O futuro dos peptídeos: Retatrutida Entre os medicamentos mais comentados atualmente está a retatrutida, uma molécula ainda em processo regulatório internacional, mas que já apresentou resultados extremamente promissores em estudos clínicos. Em pesquisas recentes, pacientes apresentaram perdas de peso superiores a 24%–28%, números comparáveis aos observados em alguns procedimentos bariátricos. A retatrutida atua simultaneamente em múltiplos receptores hormonais relacionados ao metabolismo energético e ao controle da fome, o que vem despertando grande interesse da comunidade científica internacional. Apesar dos resultados animadores, é importante lembrar que medicamentos em fase de aprovação ainda precisam passar por avaliações rigorosas de segurança e eficácia antes de serem liberados para uso amplo. Mitos e verdades sobre peptídeos “Peptídeos servem apenas para emagrecer” Mito. Embora tenham se popularizado principalmente pela obesidade, os peptídeos possuem aplicações muito mais amplas na medicina, incluindo diabetes, doenças cardiovasculares, doenças inflamatórias e pesquisas relacionadas ao envelhecimento saudável. “Os resultados são milagrosos” Mito. Nenhuma medicação substitui hábitos de vida saudáveis. Os melhores resultados acontecem quando existe uma abordagem completa envolvendo alimentação equilibrada, atividade física, sono adequado e acompanhamento médico individualizado. A medicação é uma ferramenta terapêutica importante, mas não deve ser encarada como solução isolada. “Todo peptídeo é seguro porque é natural” Mito. A segurança depende de dose, indicação correta, procedência, qualidade farmacêutica e acompanhamento médico. Nos Estados Unidos, o FDA vem aumentando os alertas sobre versões manipuladas e produtos não aprovados vendidos online, especialmente relacionados aos agonistas de GLP-1. E no Brasil? O que a Anvisa vem observando? No Brasil, o crescimento do uso dessas medicações também levou a Anvisa a reforçar medidas regulatórias. Desde 2025, medicamentos agonistas de GLP-1 passaram a exigir retenção de receita médica em farmácias brasileiras, incluindo substâncias como semaglutida, liraglutida e tirzepatida. Segundo a própria Anvisa, a medida foi tomada devido ao aumento de eventos adversos relacionados ao uso inadequado desses medicamentos fora das indicações aprovadas. A Agência também reforçou alertas sobre automedicação, uso indiscriminado, produtos sem registro e manipulações irregulares. Uma nova era da endocrinologia metabólica A medicina metabólica está passando por uma transformação importante. Hoje entendemos que obesidade é uma doença complexa, multifatorial e hormonal — e não apenas uma questão de força de vontade. Os peptídeos representam um avanço real da ciência, com potencial para melhorar não apenas o peso corporal, mas também saúde cardiovascular, qualidade de vida, controle metabólico e prevenção de complicações futuras. Mas, como toda ferramenta médica, seu uso precisa ser individualizado, responsável e acompanhado por um profissional habilitado. Mais importante do que buscar soluções rápidas é construir saúde de forma segura, sustentável e baseada em evidências científicas. O tratamento ideal é aquele pensado para você A medicina evoluiu muito nos últimos anos, mas não existem soluções universais. O que funciona para uma pessoa pode não ser a melhor escolha para outra. Por isso, antes de iniciar qualquer tratamento para emagrecimento, saúde metabólica ou equilíbrio hormonal, é fundamental contar com uma avaliação médica especializada. Agende sua consulta com a Dra. Mariana Ataíde e descubra quais estratégias são mais adequadas para seus objetivos e para a sua saúde.

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Ilustração sobre hipotireoidismo subclínico mostrando sintomas como cansaço, queda de cabelo e oscilação de humor mesmo com exames normais

Seu exame de tireoide deu normal — mas você ainda não se sente bem?

Esse artigo é para quem recebeu um resultado de tireoide considerado “normal” pelo laboratório, mas continua com sintomas como cansaço, dificuldade para emagrecer, queda de cabelo ou falta de concentração. Aqui você vai entender por que isso acontece — e o que pode ser investigado além do básico. Você fez os exames. Voltou ao consultório ou abriu o resultado no aplicativo, e lá estava: dentro da faixa normal. Mas o cansaço não foi embora. Você ainda acorda sem energia, o cabelo ainda cai, e emagrecer continua sendo um esforço desproporcional ao que você faz. Se isso ressoa, você não está exagerando, e definitivamente não está “louca”. Esse é um dos cenários mais comuns no consultório de endocrinologia: pacientes com exames laboratorialmente normais que, ainda assim, apresentam sintomas claros de disfunção tireoidiana. Entender por que isso acontece exige ir além do TSH. O que significa “normal” em um exame de tireoide? Os valores de referência laboratoriais são definidos com base em amostras populacionais amplas. O TSH, principal marcador da função tireoidiana, tem como faixa convencional algo entre 0,4 e 4,5 mUI/L, mas essa amplitude é estatística, não individual. Um artigo publicado no Cleveland Clinic Journal of Medicine aponta que alguns pesquisadores já sugeriram ajustar o limite superior do TSH com base em idade, sexo, raça e ingestão de iodo, variáveis que os laboratórios convencionais simplesmente não consideram. O que isso significa na prática? Que uma pessoa pode ter TSH em 3,8 mUI/L — tecnicamente dentro da faixa, e ainda assim estar funcionando abaixo do seu ponto de equilíbrio individual. “A faixa de variação individual para hormônios tireoidianos é mais estreita do que a faixa de referência populacional. Por isso, uma redução sutil dentro do ‘normal’ pode resultar em elevação do TSH acima do normal para aquela pessoa específica.” — AAFP, American Family Physician (1998) Hipotireoidismo subclínico: quando o TSH sobe antes do T4 cair Existe uma condição bem estabelecida na literatura chamada hipotireoidismo subclínico: o TSH já está elevado (acima de 4,5 mUI/L), mas o T4 livre ainda aparece dentro da faixa normal. A prevalência varia de 3% a 15% na população geral, com maior frequência em mulheres (podendo chegar a 20% em mulheres acima dos 60 anos). Uma revisão publicada no NCBI Bookshelf (StatPearls) explica que, embora o TSH apresente variação ampla entre pessoas, a variação dentro de cada indivíduo é mínima. Isso acontece porque cada organismo tem um ponto de ajuste próprio no eixo hipotálamo-hipófise, ou seja, o que é “normal” para a população pode não ser normal para você. Além disso, a mesma revisão aponta que pacientes com hipotireoidismo subclínico têm taxa de progressão para hipotireoidismo clínico de 2,6% ao ano, e esse número sobe para 4,3% quando há anticorpos anti-TPO presentes. Por que alguns médicos não tratam — e por que isso é debatido Um ensaio clínico randomizado e controlado chamado TRUST, com 737 adultos acima de 65 anos e TSH entre 4,6 e 19,99 mUI/L, não encontrou diferença significativa na escala de sintomas hipotireoidianos após um ano de tratamento com levotiroxina. Esse dado é frequentemente citado para justificar a conduta expectante. Mas há uma ressalva importante: o estudo foi conduzido exclusivamente em idosos. Em mulheres mais jovens — especialmente em idade reprodutiva, a decisão de tratar ou monitorar é, segundo as próprias diretrizes da American Thyroid Association, individualizada, levando em conta sintomas, presença de anticorpos e planejamento gestacional. O problema da conversão: quando T4 não vira T3 Aqui está o ponto que muitos painéis laboratoriais convencionais não capturam. A tireoide produz principalmente T4, que é uma forma relativamente inativa do hormônio. Para que o hormônio exerça seus efeitos nas células, o T4 precisa ser convertido em T3, a forma ativa, por enzimas chamadas deiodinases (principalmente DIO1 e DIO2), presentes no fígado, intestino, músculos e outros tecidos. Quando essa conversão é ineficiente, o organismo pode apresentar todos os sintomas de hipotireoidismo, mesmo com TSH e T4 dentro da faixa de referência. O que pode comprometer a conversão de T4 em T3? Uma revisão publicada em Restorative Medicine aponta que, em determinadas condições, os níveis de T3 nos tecidos podem cair 70–80% enquanto o TSH permanece dentro da faixa normal, porque a hipófise tem um sistema de conversão independente do restante do corpo, muito mais eficiente. Em outras palavras: o TSH pode estar “ok” enquanto suas células estão, funcionalmente, com hipotireoidismo. Essa dissociação entre TSH normal e sintomas persistentes foi reconhecida pela própria American Thyroid Association e pela European Thyroid Association, que passaram a recomendar considerar terapia combinada T3+T4 em pacientes que permanecem sintomáticos mesmo com TSH normalizado. Outras causas que mimetizam disfunção tireoidiana Antes de atribuir os sintomas exclusivamente à tireoide, uma avaliação completa considera outras variáveis que produzem quadro clínico muito semelhante: O que avaliar além do TSH isolado Uma avaliação tireoidiana mais completa, quando há sintomas, pode incluir: Olhar apenas o TSH é o equivalente a avaliar o desempenho de um motor observando só o velocímetro. Ele dá uma indicação — mas não revela o que está acontecendo internamente. Quando procurar avaliação especializada? Se você já ouviu “está tudo normal” mas continua com sintomas: cansaço que não melhora com descanso, dificuldade persistente para emagrecer, queda de cabelo, pele seca, dificuldade de concentração ou alterações de humor, vale buscar uma avaliação endocrinológica que vá além do painel básico. A endocrinologia moderna não trata só exames. Trata pessoas, e parte disso é ouvir o que o corpo está dizendo mesmo quando os números dizem que está tudo bem. Agende sua avaliação Uma análise individualizada, considerando seus sintomas e não apenas seus exames, pode fazer toda a diferença no diagnóstico e no tratamento. Atendo presencialmente em São Paulo, e online para todo o Brasil.

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Plano de emagrecimento saudável com shake proteico, maçã e peso de academia sem necessidade de caneta para emagrecer

Quero perder 5 kg para um evento. Preciso usar caneta para emagrecer?

A caneta para emagrecer virou tendência, mas será que ela é necessária para quem quer perder apenas 5 kg antes de um evento? Muita gente me pergunta: tenho um casamento ou viagem e quero perder 5 kg, preciso usar caneta para emagrecer? A resposta médica é direta: não é assim que se decide. Medicamentos injetáveis como semaglutida e tirzepatida, as chamadas “canetas” não são ferramentas estéticas para perder alguns quilos antes de um compromisso social. Eles são medicamentos com indicação específica para tratamento de obesidade clínica, dentro de critérios médicos claros. O que as diretrizes mundiais dizem? A World Health Organization (OMS) publicou um conjunto de diretrizes sobre o uso de agonistas de GLP-1 (classe de medicamentos que inclui semaglutida, tirzepatida e outros). Nessa recomendação, eles são sugeridos como parte do tratamento de longo prazo para adultos com obesidade, ou seja: • Para pessoas com IMC ≥ 30 kg/m² • E em situações em que há necessidade de cuidado clínico contínuo A OMS enfatiza que esses medicamentos sozinhos não resolvem a obesidade e que precisam ser usados junto com mudanças no estilo de vida (como dieta, exercício e acompanhamento médico). A diretriz é condicional, pois ainda há dúvidas sobre efeitos a longo prazo, custo, segurança e como o tratamento deve ser mantido ou suspenso. A caneta sozinha não é solução Segundo essas diretrizes, mesmo quando indicada, a medicação deve ser parte de um plano abrangente, incluindo: • orientação dietética estruturada • atividade física regular • suporte comportamental • acompanhamento médico contínuo Ou seja, não existe medicamento mágico que substitua estratégia clínica. É possível perder 5 kg sem caneta para emagrecer? Para quem tem sobrepeso leve ou quer “perder alguns quilos para um evento”, muitas vezes não há indicação de usar medicamentos injetáveis. Nesse cenário, a perda de peso com: • alimentação adequada • ajuste de hormônios (quando necessário) • melhora do sono • controle do estresse • exercício físico • acompanhamento médico pode ser suficiente e sustentável, sem necessidade de medicação. A obesidade, inclusive, é considerada uma doença crônica complexa e recidivante, que exige tratamento individualizado e multifatorial, não apenas redução de peso rápido. Em resumo: o que você deve saber ✔️ Medicamentos como semaglutide (Ozempic) e tirzepatida (Mojaro) não são indicação automática para quem quer perder 5 kg apenas por estética. ✔️ As diretrizes da OMS indicam esses medicamentos para adultos com obesidade clínica, como parte de um plano abrangente. ✔️ O uso seguro e eficaz desses tratamentos exige avaliação médica especializada, considerando saúde metabólica, histórico clínico e metas reais. ✔️ Perder alguns quilos para um evento é, na maioria dos casos, mais bem tratado com estratégias clínicas e de estilo de vida, antes de pensar em medicação. Conclusão Se você deseja perder 5 kg para um evento, a pergunta não é “vou usar caneta?”, mas sim: “O meu caso apresenta indicação clínica para tratamento medicamentoso?” A resposta só pode vir a partir de uma avaliação médica completa, feita por um endocrinologista, que considera seu metabolismo, história de peso, exames e riscos individuais. Emagrecimento responsável e sustentável não é sobre atalhos; é sobre cuidado, ciência e estratégia. Marque uma consulta comigo para uma atendimento personalizado: Teleconsulta com endocrinologista | Dra. Mariana Ataíde

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tirzepatida mounjaro comparacao com retatrutida e peptideos

Análise médica prática: o que realmente está por trás da retatrutida, tirzepatida (Mounjaro) e dos “peptídeos”

Por Dra. Mariana Ataide – Endocrinologista “Quando um tema começa a aparecer em toda clínica de bairro, em vídeos no TikTok e em grupos de WhatsApp, é sinal de que precisamos trazer ciência para a conversa.” A tirzepatida mounjaro se tornou um dos medicamentos mais comentados atualmente para emagrecimento e controle metabólico — mas junto com a popularidade, também surgiram dúvidas, exageros e muita desinformação nas redes sociais. Nos últimos anos, os medicamentos injetáveis para emagrecimento deixaram de ser um assunto restrito aos consultórios e passaram a fazer parte do cotidiano de muitos pacientes. Mas existe um ponto importante: nem tudo o que se fala sobre esses tratamentos representa o que a ciência realmente comprova. A seguir, eu explico, de forma prática e com olhar médico, o que cada uma dessas opções faz no corpo — e o que você precisa saber antes de se expor a riscos desnecessários. Tirzepatida (Mounjaro): o que acontece no corpo de quem usa A tirzepatida, conhecida comercialmente como Mounjaro, é hoje uma das terapias mais estudadas e eficazes para obesidade e diabetes tipo 2. Como ela age na prática A tirzepatida atua em diferentes mecanismos, o que ajuda a explicar seus resultados: O que os estudos mostram Os dados científicos disponíveis apontam: Na prática clínica Quando bem indicada e acompanhada, a tirzepatida promove emagrecimento consistente sem efeito catabólico severo, especialmente quando associada a: Com acompanhamento adequado, a tirzepatida mounjaro pode ser uma ferramenta segura e extremamente eficaz dentro de um plano médico individualizado. O que a paciente precisa saber A tirzepatida não é milagre, não substitui hábitos e não deve ser usada sem acompanhamento médico, inclusive nos casos em que é adquirida de forma irregular. Retatrutida: como se compara à tirzepatida (Mounjaro) A retatrutida é uma molécula ainda experimental, mas que chamou muita atenção da comunidade científica. O diferencial técnico Ela atua em três receptores hormonais: Essa combinação sugere efeitos como: O que os estudos iniciais mostram Os dados preliminares são promissores: O que ainda não sabemos Mesmo com números impressionantes, ainda existem pontos importantes sem resposta: Na prática A retatrutida parece “mais potente” do que a tirzepatida em números, mas ainda não é um medicamento aprovado. Hoje, ela não deve ser utilizada fora de estudos clínicos. Peptídeos: por que não são alternativa à tirzepatida (Mounjaro) Aqui está um dos pontos mais importantes — e também o mais mal compreendido. O que são os “peptídeos” citados para emagrecimento Nos EUA, clínicas não médicas vêm utilizando substâncias como: Muitos deles não são medicamentos, mas substâncias de pesquisa (os chamados research peptides). O que as pessoas dizem que os peptídeos fazem Nos relatos populares, os peptídeos seriam capazes de: O que a ciência realmente mostra O problema é que, até agora: No Brasil No Brasil, esses produtos: (se quiser, aqui você pode adicionar um link externo para a Anvisa ou uma página de consulta de medicamentos) Na prática clínica O que muitas pacientes estão usando não é equivalente a tirzepatida, semaglutida ou retatrutida. Na maioria dos casos, são substâncias sem validação, aplicadas sem critérios e, muitas vezes, em ambientes sem suporte médico adequado. Conclusão médica: o que realmente importa “Como endocrinologista, meu papel não é seguir modas. É proteger a saúde do paciente.” Hoje, a realidade é clara: A paciente precisa entender:se algo parece bom demais, barato demais ou fácil demais, geralmente não passou pelo rigor científico necessário. Tratamento de obesidade é processo, não atalho.Tratamento hormonal, emagrecimento e saúde metabólica não são experimentos. Se você está considerando tirzepatida mounjaro, o mais importante é fazer isso com indicação correta, estratégia e acompanhamento médico. Se você quer sair do achismo e entrar em um plano seguro, estruturado e individualizado, agende sua consulta comigo. Agende sua consulta com a Dra. Mariana Ataide

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Caneta para emagrecer causa efeito colateral? O que é normal e o que não é.

O uso da caneta para emagrecer tem aumentado muito nos últimos anos, principalmente entre pessoas que lutam contra a obesidade e dificuldades para perder peso mesmo com dieta e atividade física.Mas junto com a popularidade, surgem dúvidas importantes: caneta para emagrecer causa efeito colateral? O que é esperado no início do tratamento? E quando é sinal de alerta? O que é a caneta para emagrecer?  As chamadas “canetas para emagrecer” são medicamentos injetáveis usados no tratamento da obesidade e de alterações metabólicas, como a resistência à insulina e o diabetes tipo 2. Alguns exemplos mais comuns são: Liraglutida, Semaglutida e Tirzepatida Elas atuam principalmente: Importante: não são medicamentos estéticos, e sim tratamentos médicos que devem ser indicados após avaliação individual. Efeitos colaterais mais comuns (o que é normal)  Alguns efeitos colaterais podem aparecer, principalmente no início do tratamento ou durante o ajuste da dose. Na maioria dos casos, são leves e transitórios. Os efeitos mais comuns incluem: Esses sintomas costumam melhorar após algumas semanas, quando o organismo se adapta ao medicamento. Por isso, a introdução da caneta geralmente é feita de forma gradual, respeitando o tempo de adaptação do paciente. Efeitos colaterais que NÃO são normais  Apesar de raros, alguns sinais não devem ser ignorados e precisam de avaliação médica imediata. Procure um endocrinologista sempre, principalmente se tiver: Usar a caneta sem acompanhamento pode mascarar problemas ou gerar riscos desnecessários. Todo mundo pode usar caneta para emagrecer?  Não. Esse é um ponto muito importante. A caneta não é indicada para todas as pessoas. Antes de iniciar o tratamento, o endocrinologista avalia: O que funciona bem para uma pessoa pode não ser seguro ou eficaz para outra. A caneta sozinha resolve o problema do peso?  Não. A caneta é uma ferramenta, não uma solução isolada. Os melhores resultados acontecem quando o tratamento é associado a: O objetivo não é apenas perder peso, mas tratar a obesidade de forma segura e duradoura. A importância do acompanhamento com endocrinologista  O médico endocrinologista é o profissional capacitado para: Cada organismo responde de um jeito. O tratamento precisa ser personalizado, humano e responsável. A caneta para emagrecer pode causar efeitos colaterais, especialmente no início do tratamento, e muitos deles são esperados e temporários.Por outro lado, sintomas intensos ou persistentes não são normais e exigem avaliação médica. Se você pensa em iniciar esse tratamento ou já faz uso e tem dúvidas, o mais importante é não se automedicar e procurar orientação especializada. O emagrecimento saudável começa com informação e acompanhamento adequado. Agende agora uma consulta com a Dra. Mariana Ataide

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Tumores hipofisários não funcionantes: quando suspeitar e como é feito o tratamento

Os tumores hipofisários não funcionantes são adenomas que não produzem hormônios em excesso. Contudo, podem causar sintomas importantes à medida que crescem e comprimem estruturas próximas.  Apesar de muitas vezes serem descobertos de forma incidental, é fundamental reconhecer os sinais de alerta, como alterações visuais, cefaleia persistente e sintomas de deficiência hormonal.  O diagnóstico precoce permite definir a melhor abordagem, que pode variar desde acompanhamento clínico até intervenção cirúrgica e tratamento hormonal substitutivo.  Entenda melhor neste artigo! O que são tumores hipofisários não funcionantes e como eles se diferenciam dos tumores funcionantes da hipófise? Os tumores hipofisários não funcionantes são formações benignas que se desenvolvem na glândula hipófise, localizada na base do cérebro. Porém, diferentemente dos tumores funcionantes, não produzem hormônios em excesso.  De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), esses tumores correspondem a uma parte significativa dos adenomas hipofisários. Eles costumam ser descobertos de forma incidental, durante exames de imagem realizados por outros motivos, ou quando crescem o suficiente para causar sintomas compressivos.  Assim, enquanto os tumores funcionantes provocam sintomas decorrentes da produção exagerada de hormônios, como no caso da doença de Cushing (excesso de ACTH), os não funcionantes geralmente se manifestam por sintomas relacionados à compressão de estruturas próximas. Para saber mais sobre as doenças da hipófise, confira esse guia em nosso site! Esses tumores afetam a produção hormonal da hipófise, mesmo sem secretarem hormônios ativos?  Sim, embora os tumores hipofisários não funcionantes não produzam hormônios em excesso, eles podem afetar a produção hormonal normal da hipófise.  Isso ocorre porque, à medida que o tumor cresce, ele comprime as células hipofisárias saudáveis, interferindo na secreção adequada de hormônios essenciais para o funcionamento do corpo.  Essa condição, chamada hipopituitarismo, pode causar deficiência de hormônios como o cortisol, o hormônio do crescimento (GH), os hormônios sexuais (LH e FSH), o TSH e a prolactina.  Como consequência, o paciente pode apresentar sintomas como fadiga, perda de libido, alterações menstruais, ganho de peso, queda de cabelo e até infertilidade.  Quais sintomas podem surgir à medida que o tumor cresce e comprime estruturas próximas? À medida que o tumor hipofisário não funcionante cresce, podemos observar os seguintes sintomas: Quais são as principais causas e fatores de risco para o desenvolvimento desses tumores? Os tumores hipofisários não funcionantes geralmente se desenvolvem por alterações genéticas que afetam o crescimento das células da hipófise.  Dessa forma, as causas e fatores de risco mais conhecidos incluem: Como realizamos o diagnóstico dessa condição? Como esses tumores não produzem hormônios em excesso, o diagnóstico muitas vezes ocorre de forma incidental, durante uma ressonância magnética solicitada por outros motivos.  Porém, quando há suspeita clínica, podemos solicitar exames laboratoriais para avaliar o funcionamento da hipófise. Assim, verificamos se há redução na produção de hormônios como o cortisol, o hormônio do crescimento (GH), o TSH, a prolactina, o LH e o FSH.  Também podemos utilizar a ressonância magnética da sela túrcica para visualizar o tamanho, a localização e as possíveis compressões causadas pelo tumor.  Quais são as opções de tratamento disponíveis e quando há indicação cirúrgica? Quando o tumor é pequeno e não provoca sintomas nem alterações hormonais, o acompanhamento clínico com exames de imagem periódicos pode ser suficiente.  Entretanto, quando há compressão do nervo óptico, perda de visão, cefaleia persistente ou sinais de hipopituitarismo, podemos indicar a cirurgia transesfenoidal. Esse é um procedimento minimamente invasivo realizado por via nasal capaz de remover total ou parcialmente o tumor e aliviar a pressão sobre as estruturas afetadas.  Já em casos em que não é possível a remoção completa, podemos associar radioterapia para controlar o crescimento residual.  Por fim, indicamos o tratamento hormonal substitutivo quando há deficiência na produção de hormônios hipofisários.  Quais possíveis complicações podem ocorrer se o tumor não for tratado adequadamente? Quando os tumores hipofisários não funcionantes não são diagnosticados ou tratados adequadamente, podem ocorrer complicações importantes. Uma das consequências mais comuns é a perda gradual da visão, causada pela compressão do quiasma óptico.  Além disso, o tumor pode comprometer o funcionamento normal da hipófise, levando ao hipopituitarismo, condição em que há redução ou ausência da produção de hormônios essenciais, como o cortisol, hormônios sexuais e o hormônio do crescimento.  Outros sintomas, como cefaleia intensa, fadiga, alterações metabólicas e infertilidade, também podem surgir com o tempo.  Em casos mais graves, a compressão de estruturas cerebrais pode gerar danos irreversíveis se não houver intervenção precoce.  Por isso, o diagnóstico e o acompanhamento especializado são fundamentais para evitar complicações e preservar a qualidade de vida.  Assim sendo, se você apresenta sintomas ou alterações hormonais suspeitas, agende uma consulta com a endocrinologista para uma avaliação completa!

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